Entrevistas, Especial Fistt 20 Anos, Shows

Especial Fistt 20 Anos (Parte Final) – Fila Benário Entrevista F. Nick + Review Completo do Show

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E fechando com chave de ouro o especial dedicado aos 20 anos de Fistt, nós do Fila Benário Music tivemos a imensa honra e o prazer de entrevistar o frontman da banda, o Baixista e Vocalista F. Nick.
Nick nos recebeu na sede da Oba Records a sua gravadora, no domingo, um dia depois do show, para um bate papo bem descontraído onde falou dos 20 anos de carreira, dos 10 anos que o cd Vendo as Coisas Como Você comemora também esse ano, além de muitas outras novidades.
O Bate papo na integra você acompanha abaixo, e na sequencia uma resenha completa sobre o show da banda no último sábado fechando assim as comemorações dos 20 anos de Fistt:

Essa é a terceira vez consecutiva que o Fistt faz o show de aniversário da banda, podemos dizer que virou uma tradição de agora em diante?
Nós fizemos a primeira vez no ano retrasado com o Bullet Bane, no ano passado com o Dance Of Days e dessa vez com o Pense, é o terceiro ano seguido que a gente faz até porque na verdade a gente toca pouco em Jundiaí, a gente toca uma vez por ano na cidade, a gente tocou na Festa da Uva (tradicional festa da cidade) no começo do ano que foi um show extra assim, mas a gente toca só uma vez por ano aqui em Jundiaí mesmo. E tende a virar uma tradição sim e repetir nos próximos anos, quando o Fistt toca em Jundiaí somos nós que organizamos os shows, então no ano que vem com certeza vai rolar de novo, a gente pega banda de algum camarada nosso que nós queremos tocar juntos, convida e fazemos o show. Mas no ano que vem teremos de novo com certeza, se a gente aguentar até lá vai ter (risos).

Além dos 20 anos de carreira, o Fistt comemora 10 anos do lançamento do terceiro disco da banda Vendo As Coisas Como Você, que é um disco totalmente diferente do restante da discografia da banda. Comente um pouco sobre esse disco, se você gosta dele, se ele tem espaço dentro do set-list da banda nos shows, enfim, qual é a relação do Fistt com esse cd?
Nós estamos com cinco discos de estúdios lançados, a gente tenta colocar um pouco de todos no repertório, não temos preferencia nenhuma de colocar mais músicas de um determinado álbum do que de outro. A gente tem o Finais Iguais, Histórias Diferentes (2001) que é o disco mais conhecido e as pessoas querem ouvir mais músicas dele e eu acho bem óbvio , acho normal não me incomoda em ponto algum, mas a gente toca sempre umas três quatro músicas do Vendo as Coisas… e algum momento a gente deve fazer um show especial dele assim como a gente fez com o Finais Iguais, então pode rolar sim.

Em relação dele ser o álbum mais diferente da discografia da banda, ser um disco mais pesado, o que você acha que contribuiu pra isso, foi o momento que vocês gravaram que acabou influenciando para essa sonoridade mais pesada? ou pelo fato dos dois novos integrantes na época os guitarristas Bauer e Rudy?
Não não, eu acho que integrante não tem nada a ver não, na verdade todos os discos nossos são bem diferentes um do outro, os que estão mais próximos assim são o Finais Iguais… e Como Fazer Inimigos (2008), que são discos mais próximos. Mas não é cara, a gente estava afim de fazer algo daquele jeito, mas eu também não vejo muita diferença dele em relação aos outros, na verdade eu acho ele uma continuidade do Finais Iguais… que já tem bastante musicas com letras elaboradas e o Vendo as Coisas… veio depois justamente para completar mas não é o “patinho feio” da banda não, a gente gosta dele sim.
É que é assim, ele não é um disco que a gente bate muito em cima dele nos shows, a gente toca mais as musicas que tem clipe (no caso Medo), mas de repente como eu falei podemos fazer um show dele na web (como a banda já fez em comemoração dos seus 20 anos na última semana) enfim, alguma coisa a gente vai fazer.
Agora quanto aos integrantes não tem nada a ver porque o Bauer mesmo ele entrou na banda na turnê do Finais Iguais…, ele já tava ali, o Fabrízio (Martinelli, ex-guitarrista) saiu da banda quando saiu o Finais Iguais, o Bauer entrou em seguida, ele participou de todo o processo de composição e tudo mas ele já estava de antes praticamente, só não lançou o Finais Iguais mas ele estava ali, assim como o Birão (Baterista).

Tanto que na primeira tiragem do Finais Iguais não tinha o nome do Bauer e na segunda já tinha né?
Sim, já tinha, o Fabrízio foi pro Street Bulldogs logo quando saiu o Finais Iguais…, ai daqui a pouco o Fabrízio já estava no Hateen e em tudo quanto era lugar (risos), menos no Fistt (gargalhadas). Mas o Bauer estava ali ele participou de tudo, então não acho que foi a entrada de integrantes que influenciou, acho que foi o momento mesmo, a gente quis fazer um negócio um pouco mais elaborado e depois no Como Fazer Inimigos a gente voltou a fazer um pouco mais solto.

Em 2010 com o lançamento do cd Como Fazer Inimigos, o Fistt teve o seu álbum distribuído pela Sony Music, você conseguiria imaginar o Fistt dentro do mercado Mainstream?
Naquela época o legal do Mainstream era a distribuição, e distribuição era uma coisa que interessava pra gente porque a gravadora mesmo não fez absolutamente nada pela gente. Na verdade ela fez o que combinou: lançou e distribuiu, colocou nos “.com” e tudo que tinha que ser feito, mas não houve um clipe, não houve um vídeo, não houve nada pra divulgar, mas a consciência que eu tenho do Fistt eu acho que somos uma banda que está legal dentro do underground mas uma banda pequena demais pro mainstream, então eu não sei cara não da pra ficar falando o objetivo da banda, eu acho que toda banda tem essa ambição de tipo uma gravadora chegar e dizer: “viu, eu vou distribuir o seu disco melhor”, pô é legal pra banda sabe? Eu que acho se você monta uma banda o teu interesse é o seu som chegue em algum lugar. Quando você fala em Mainstream as pessoas pensam muito em rádio, Domingão do Faustão e na coisa toda. Por exemplo lá fora não acontece isso, você tem gravadoras independentes grandes ou até mesmo o Mainstream trabalha com bandas que estão nesse meio que a gente está. É que no Brasil é esquisito, você não tem o meio do caminho, ou você é muito Underground você está na sarjeta você tem que se fuder, ou você é demais, a banda não consegue sobreviver no meio do caminho no Brasil, é difícil, veja só os meninos do Pense (MG), eles estão tocando pra baixo e pra cima mas pergunta pra eles se dá pra viver de música? não dá. Ninguém consegue fazer isso e é desrespeitoso isso com a banda, já aconteceu com a gente aqui no Fistt, a gente já chegou a largar o emprego, largar as coisas pra viver daquilo e você não consegue nem ter o mínimo, você não consegue nem ter um som descente as vezes. Então é foda cara, o Brasil é ingrato com isso, é ingrato pra caramba, mas é igual eu falo: a gente faz porque a gente gosta, se a gente não gostasse a gente ia estar plantando banana (Risos).

Falando em gravadoras, você tem a Oba Records que além de ser a gravadora oficial do Fistt, já lançou diversos artistas no mercado independente. Como está a Oba hoje? ela só tem o Fistt em seu casting ou está a procura de novos artistas?
Não, eu só trabalho com o Fistt mesmo, pelo menos por um bom tempo eu não tenho intenção nenhuma de pegar mais bandas assim cara. Gravadora ela depende muito de venda de disco, esse tipo de coisa, e esse poder hoje tem que ser dado as bandas, igual eu falei pra você, é difícil pra uma banda sobreviver, não que a gravadora ganhe milhões, não é isso, não é nada disso, a gravadora ela ajuda a banda a distribuir, ajuda a chegar dentro das nossas proporções, limitações e aquela coisa toda, mas se a banda está conseguindo fazer isso por conta, esse poder tem que ser dado a ela. O Fistt mesmo tem total poder em cima de suas decisões, a Oba é apenas mais um meio de divulgar a banda, como uma imprensa, é difícil nesse meio você que tem banda mandar um material pra imprensa e pedir pra publicar, a gravadora consegue fazer isso, eu consigo mandar um release pra imprensa. Você, você mesmo tem um blog, você publica, sabe que na internet é muito mais fácil, quantas bandas te mandam mandam material pedindo pra você divulga-las?

Algumas…
Não é muito mais fácil a gravadora fazer isso pra você? A gravadora não manda pra você: “Ei essa é a banda tal, ouça ai”, não pelo contrário eles mandam algo como: “Nós somos a gravadora tal, e estamos divulgando a banda tal, e que está tocando em tal lugar”, é diferente a comunicação e isso é legal, mas assim voltando só o lance das bandas, hoje elas estão todas no meio independente e isso é legal cara, é o poder em cima do lado artístico da banda, é o “eu quero fazer desse jeito e eu quero que se foda”, não vai ter ninguém enchendo o saco pedindo pra você fazer um monte de coisa.

Falando agora em novos projetos, eu me recordo que no ano de 2012 você postou no seu perfil do Facebook que o Fistt estaria lançando futuramente um CD com uma sonoridade mais limpa, mais clean e iria se chamar Sorria, tem planos desse CD ser lançado? e quando?
Então a gente já abortou o projeto (risos), cara eu joguei nesse meio tempo três CD’s fora, eu escrevi três discos e joguei todos fora, é sério, a gente escreveu um esse ano e eu descartei o disco. É assim, eu começo a fazer os discos e ai eu falo: “caramba esse disco ta legal”, mas ai se me dá cinco minutos eu falo que não está mais legal e descarto o disco. Eu tenho um monte de música pela metade sabe? então rola muito isso, e os meninos da banda me dão essa carta branca sabe? eles falam: “faz ai cara, escreve as músicas e a gente ajuda a finalizar depois”, mas eu já descartei varias coisas muitas vezes e vou fazer ai mais centenas de vezes (risos).

Mas teremos a oportunidade de ter material inédito do Fistt em breve?
Esse ano não vai dar tempo, a gente está com bastante shows, vamos tocar até o final do ano, mas vamos ver no ano que vem. Mas ai cai naquele assunto que a gente já falou cara, nós somos uma banda de 20 anos e é legal a gente lançar material novo, mas as pessoas querem ouvir infelizmente ou felizmente as coisas antigas, então é complicado pra caramba, a gente lançou um EP agora (Hasta la Vista Junior!) e não tocamos nenhuma música dele ao vivo, é engraçado falar isso mas isso acontece, raramente tocamos uma música dele, e não é porque a banda não gosta, é porque as vezes funciona tocar as músicas que a galera gosta, dar o que a galera quer. Mas vamos fazer algo sim, eu gosto de ir pro estúdio (risos).

Falando nisso você nos surpreendeu com a sua mais nova carreira solo, lançando um EP todo acústico (Zero Zero Nada) com algumas músicas do Fistt e uma inédita. Então gostaria de saber como vai essa carreira? se teremos mais músicas em breve ou se você irá sair em turnê?
Você ficou surpreso de verdade com aquilo? (Risos)

Eu fiquei ué… achei interessante, um Dashboard Confessional da roça (Risos)
Aquilo foi uma brincadeira, eu fiz aquilo pra mim na verdade, era um projeto que tinha ai eu pensei: “cara, quero fazer um negócio solo, como eu vou fazer não quero nem saber”, ai peguei fui lá e gravei cara, gravei em dois, três dias, fiz pra mim, ai o pessoal começou a falar: “pô vamos lá fazer um show”, mas eu não vou fazer show acústico sabe? não é a minha pegada, bastante lugar já me pediu: “não Nick, vamos fazer o seu show, você voz e violão”, não, eu não fiz pra isso eu fiz pra mim, se as pessoas gostaram eu fico feliz que elas tenham gostado, mas não vou fazer show disso.
Agora a gente está começando a mexer no outro EP, ai vai ser plugado, tem uma banda que inclusive contará com o Alê que foi o primeiro baterista do Fistt, o Paulinho Veloz (Ex- Way For Out, UTC e Revanche) vai produzir pra mim, mas ai é outra vibe, vamos fazer umas músicas e a gente vai gravar. Se vai fazer show eu já não sei também, mas não é prioridade.

Nesses 20 anos de trajetória do Fistt qual foi a melhor coisa que já te aconteceu e o que ainda te irrita?
A cara tem um monte de coisa legal, o legal é a amizade que você faz com a galera, isso daí é o que fica, todas as outras coisas passam. A gente tem uma discografia bem coerente, a gente faz discos bons e isso é legal, não é uma banda que o pessoal fala: “nossa que disco merda eles fizeram” e depois fala: “nossa que disco legal” de ficar variando sabe? a gente não é assim, se for pra fazer uma merda a gente não faz, fica sem fazer, eu sou disso saí, eu fico puto com as bandas que eu gosto quando lançam porcaria, se for pra fazer coisa mais ou menos eu não faço não. Então cara da parte legal é isso, os amigos que você conhece no rolê, e depois de 20 anos você ainda estar tocar é bacana, eu era muito novo eu montei a banda com 15 anos, sou um cara novo tenho 36 anos ainda tenho lenha pra queimar, aguento mais um pouco.
Agora de coisa ruim cara… se for ligar pra coisa ruim é melhor nem montar uma banda, porque dá merda pra caramba, se for pra você não ter coisa ruim na vida monta uma caderneta de poupança e fica em casa (risos).

Mas não te irrita as vezes você com 20 anos de carreira ver que tem publico que prefere assistir uma banda cover do que uma banda com trabalho autoral como vocês?
Não, não me irrita não cara, na verdade a gente toca pra quem gosta da gente, não tem como eu pegar um cara e dizer “olha a minha banda, ela é legal” e descer a goela abaixo, é impossível fazer isso, não tem como e não é democrático também. Logico que é muito mais legal, querdizer na minha cabeça, é muito mais legal ver uma banda autoral que os caras estão lá ralando pra escrever, pra gravar, pra fazer tudo, do que ver uma banda cover. Mas cara tem espaço pra todo mundo, eu acho que o que prevalece é o respeito, a gente tem que respeitar as diferenças, e isso é uma diferença, então sei-lá, quem gosta, gosta e continue indo , muito obrigado, e quem não gosta não vá, pelo menos não enche o saco de quem ta tocando (risos).

Fistt e Pense quebram tudo no Aldeia Rock Bar – 16/08/2014
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O Aldeia já virou referencia para os amantes do Rock n’ Roll na cidade de Jundiaí, uma casa aconchegante, acolhedora com um serviço de bar eficiente e uma excelente acústica receberia naquela ocasião um dos shows mais emblemáticos por ali já ocorrido, tratava-se do show em comemoração aos 20 anos do genial Fistt. O ambiente era de total animosidade, entre a plateia, ilustres personagens da cena undeground jundiaiense se encontravam e abraçavam fraternalmente, relembrando os velhos tempos, tirando sarro das marcas que o tempo deixou em cada um, como a barriguinha saliente, os cabelos ralos entre outras velhices, porém algo era unanime, todos relembravam com carinho da importância do Fistt nesses vinte anos na cena musical de Jundiaí. Tudo isso embalada pela trilha sonora preparada pelo DJ Fish Nothing que preparou um set-list muito especial mesclando Rancid, Bad Religion, Dead Kennedys, At The The Drive-In, Foo Fighters e Metallica.
Já era mais de meia noite quando os mineiros do Pense subiram no palco do Aldeia para apresentar para todos os presentes  seu Hardcore Violento, com claras influencias de Comeback Kid e Rise Against (nos primeiros álbuns já me apreço a dizer). Na ocasião os garotos apresentaram as músicas do seu mais recente trabalho Além Daquilo que Te Cega e foi muito bem aceito pelo público. Enfim, sangue novo na cena e isso é muito bom, parabéns rapaziada.

Lucas (Vocal) quebrando tudo com a banda Pense (MG)
Lucas (Vocal) quebrando tudo com a banda Pense (MG)

Depois de uma breve espera para os últimos ajustes no som: F. Nick (Vocal e Baixo), Dulino (Guitarra), Ricardo Drvz (Guitarra e Vocal) e Birão (Bateria) sobem no palco ao som de The Good, The Bad, The Ugly clássica canção do maestro Ennio Morricone para o filme de mesmo nome e muito utilizada pelos Ramones na abertura dos seus clássicos shows.
“Boa Noite Jundiaí, nós somos o Fistt” e foi com esses dizeres de Nick que a banda começou o massacre sonoro com a pesada Nada Por Você. Aquecendo canção que abre o cd Como Fazer Inimigos (2008) veio logo na sequencia preparando o território para o outro massacre que viria a seguir, o tradicional hino Hardcore na Veia, cantando em uníssono pelos presentes.
Conforme prometido na divulgação do evento o show contaria com participações especias de ex-integrantes da banda e a primeira foi do guitarrista Adriano Bauer que teve uma passagem na banda entre 2001 á 2006 e executou a pesadíssima canção Medo do grandioso e incompreendido álbum Vendo as Coisas Como Você (2004) que nesse ano também completa 10 anos de lançamento.
O show deu sequencia com os hits Garrafas, Paraotempo, a auto-sátira Pobre F. Nick, Minduim e Todo Amor Morre Abandonado, essa última teria a participação especial do guitarrista Crildo, porém ele não compareceu. Um adendo importante a ser feito é como passar dos anos tem feito bem ao Fistt, a banda continua com a mesma energia de outrora porém mais revigorados e técnicos e o principal destaque vai para a dupla de guitarristas Dulino e Ricardo, enquanto o primeiro toca com competência todos os clássicos solos e oitavadas registrados nos discos, o segundo deu um novo folego a banda fazendo excelente backing vocals (já que o mesmo lidera os vocais da banda Sallys Home também) e com uma presença de palco marcante, pulando, agitando, vibrando por estar ali e convidando todo público a se divertir também.
Canções do primeiro cd da banda, o clássico Pamim, Panóis, Pocêis (1999) estiveram presentes no set-list como: Não, O Quartel e Spok, essa última contou com a participação mais do que especial do ex-baterista Alê.
Vinteum considerada por muitos a música mais emblemática do Fistt e eleita uma das “100 melhores músicas do cenário independente” segundo o jornalista Wladimyr Cruz (Zona Punk), colocou o Aldeia abaixo.
Rudy o grande ex-guitarrista do conjunto que faleceu no ano passado foi homenageado com muita emoção na canção Um Herói que teve a participação especial de sua esposa Aline Tiene nos vocais.
Finais Iguais, Histórias Diferentes e a versão de A Turma foi desenhando o final do show que encerrou de forma emblemática com a canção Se Todo Filho de Deus Fosse Maconheiro com a participação especial de Vardo Dariva, irmão de Nick e Ricardo, nas guitarras (eita família musical hein?) e com o palco praticamente invadido pelos fãs e ex-integrantes da banda que cantavam com o empolgação e muita alegria a canção tocada.
Fim de festa, todos foram para casa felizes e contentes. Com certeza foi mais um capitulo muito importante escrito nessas “Histórias pra Contar”.

F. Nick, Ricardo, Birão e Dulino, Parabéns rapaziada!!!

Repertório

Nada Por Você
Aquecendo
Hardcore na Veia
Medo (Part. Especial: Adriano Bauer – Guitarra)
Garrafas
Paraotempo
Pobre F. Nick
Minduim
Todo Amor Morre Abandonado
Não
Madrugada
Vendo As Coisas Como Você
Meu Amigo Copo
O Quartel
Spok (Part. Especial: Alê – Bateria)
Vinteum
Um Herói (Part. Especial: Aline Tiene)
Finais Iguais, Histórias Diferentes
A Turma
Se Todo Filho de Deus Fosse Maconheiro (Part. Especial: Vardo Dariva – Guitarra, Alê – Bateria e mais um bando de loucos)

Ao som de Ana Cañas – Esconderijo

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