Pitty, a Musa do Feminismo Brasileiro

Publicado: 8 de dezembro de 2014 em Beatriz Sanz Fala
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Pitty

Por Beatriz Sanz

Semana passada quando eu abri o facebook e tinha uma publicação na minha página do mais novo Patrão do Brasil (alguém avisa o Silvio Santos que já deu?), meu amigo Fila Benário que me cedeu gentilmente um espacinho neste maravilhoso blog.
Bem, a postagem vinha seguida de um pedido: “quero um texto”. A curiosidade geral agora deve ser em torno do conteúdo da publicação. Nada menos que a polêmica da semana passada: a discussão de Pitty e Anitta no programa Altas Horas.

Não está no textinho ali embaixo, mas EU SOU FEMINISTA (Achou ruim? Não precisa ler o resto). Não queimo sutiãs, nem planejo a exterminação em massa dos homens do Planeta. Eu apenas acho que as mulheres MERECEM um tratamento igual ao dos homens.
Segundo Anitta (a desinformada), já havíamos alcançado esse tratamento igual. SÓ QUE NÃO. E foi onde Pitty começou a discordar. Segundo a baiana, não houve briga, foi só uma discussão saudável.
Pitty, com todo seu jeito desestruturador é minha conhecida (lê-se Diva) desde meus 14 anos. Ela já figurava como uma das maiores cantoras brasileiras na época, com seus três CD’s inéditos e a gravação do Estúdio coca-cola com a Negra Li.
Aos 15 anos ganhei de presente de um amigo um CD misto, com várias músicas dela. Preciso dizer que eu o ouvia incessantemente durante horas seguidas? Pois bem.
O feminismo veio depois. Entrou quase agora na minha vida e mudou completamente minha concepção de mundo. Pitty, que já estava quase esquecida na minha playlist voltou com força total!
Não é só pela sua voz, que destoa de qualquer outra, não é pelo fato de ela ser poli-instrumentista e poli-rítmica. Talvez seja pelo fato de ela já ter informado em entrevista que se inspira em Elis Regina, considerada por ela a maior cantora brasileira, mas nem só por isso.
Pitty representa com suas atitudes a mulher moderna (o que Anitta tenta fazer, mas depois dessas declarações, acho que ela precisa estudar um pouco mais). Pitty, com toda certeza, me representa em suas letras melódicas e na sua atitude de vanguarda.
Enquanto vocês e a Anitta estudam um pouquinho mais sobre o Movimento Feminista, eu vou ficar aqui ouvindo (e induzindo meu Patrão a ouvir) Pitty.




Perfil - Bia Sanz

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