Rosa de Saron faz show histórico e solidário em Campinas no último Domingo

Publicado: 22 de dezembro de 2014 em Rock Católico, Shows
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Rosa de SaronAconteceu ontem no ginásio do clube Regatas na cidade de Campinas (Interior de São Paulo), mais um show da banda de Pop Rock Cristã, Rosa de Saron, com a sua nova turnê divulgando o seu mais recente CD, o elogiadissimo Cartas ao Remetente.
Porém não se tratava de um show qualquer, além de estar tocando na cidade de origem, a apresentação marcava o nascimento do Projeto Aurora, que segundo os próprios integrantes da banda, é um núcleo com intuito de organizar ações solidárias e ajudar instituições sociais nas suas mais diversas atuações. Toda a renda do show foi revertida ao Lar Ternura, de Campinas, que desenvolve um trabalho socioeducativo e de Educação Infantil para crianças de 03 anos e seis meses a 05 anos e onze meses economicamente carentes.
Pontualmente as 20:00 o show se deu inicio com a canção Reis e Princesas, que abre o álbum Cartas ao Remetente aliando batidas eletrônicas com o peso das guitarras do Rock n’ Roll.
Na plateia a histeria era completa, a Nação Rosariana, como são chamados os fãs da banda, se revezavam entre cantar a plenos pulmões a canção junto com o vocalista Guilherme de Sá, e fotografar toda aquele momento único.
A pesada Neumas d’ Arezzo, também do mais recente disco, veio na sequência mantendo o pique inicial. O mais novo hit do conjunto, a canção Algoritmo, onde o seu vídeo-clipe lançado na última semana no youtube já está com mais de 47 mil visualizações, se fez presente no repertório pra delírio da galera presente.
A banda aproveitou a ocasião especial para ousar no repertório, incluindo duas canções que não são tocadas com muita frequência nos shows da banda justamente por serem canções inéditas nos dois álbuns ao vivo do conjunto, as músicas Ironia S/A do cd Latitude, Longitude (2013), e Projecto Juno do Horizonte Vivo Distante (2010), foi um imenso presente aos fãs que responderam a altura, colocando o ginásio abaixo em um coral de mil vozes. Importante ressaltar também a musicalidade da banda ao vivo, principalmente com o auxilio dos músicos de apoio, o guitarrista e violonista Adriano Motta e o tecladista Marcos, ambos um verdadeiro show a parte, soando pesados nos momentos mais frenéticos e contemplativos nos mais amenos, o último por sinal é portador de uma voz belíssima e tem ajudado muito nos Backing Vocals. Isso sem contar a performance estarrecedora do VJ/DJ Du Bboy, com certeza o mais animado do palco, agitando a todo tempo e interagindo com a galera constantemente.
A apresentação prosseguiu com as canções Cassino Boulevard e Seis Nações, até a banda fazer um pequeno set acústico, já habitual em suas apresentações, contando com as músicas Quando Eu Tiver Sessenta e Sem Você, com um trecho do clássico More Than Words do Extreme.
O show plugado voltou com força total com duas canções do mais recente disco Cartas ao Remetente: Meus Medos, e a dançante Nada Entre o Valor e a Vergonha. Mantendo a aura dançante o sucesso Maquina do Tempo veio na sequencia, com uma pequena citação de She Will Be Loved do Maroon 5 no trecho inicial.
Rosa de Saron 2 Latitude, Longitude contou com a participação do vocalista Mauro Fernandes da banda Oficina G3 nos telões, seguida de Cartas ao Remetente, o único momento do show onde o vocalista Guilherme de Sá empunhou o violão, função que ele não tem realizado com mais frequência, ficando livre apenas para os vocais, e que vocais diga-se de passagem, impressionante o alcance e técnica do mesmo, é de se impressionar.
Durante o show, tanto o baixista e fundador da banda Rogério Feltrin como o próprio vocalista Guilherme de Sá digiram ao público palavras de fé e otimismo, Guilherme inclusive causou comoção coletiva quando disse que o Sentido da fé é colocar o pé e Deus o Chão e reforçou que renunciar o amor na vida é envelhecer a alma.
O show foi desenhando o seu fim com uma versão tocante de As Dores do Silêncio, seguida de Aurora, que se por um lado emocionou a todos presentes ao exibir nos telões imagens da Jornada Mundial da Juventude ocorrida no ano passado no Rio de Janeiro, por outro lado causou estranheza por não contar com a participação de Jonny Voice (ex- Via 33) que participou da gravação original, sendo que o mesmo estava presente no show transitando entre pelo público livremente.

O baterista Wellington Greve "espancando" a sua bateria.

O baterista Wellington Greve “espancando” a sua bateria.

Do Alto da Pedra, o maior sucesso do Rosa de Saron, seria a última canção do repertório como de costume, porém a banda guardou na manga o hit O Sol da Meia Noite, fechando de forma sublime a emblemática apresentação.
Jogando em casa, o time do Rosa de Saron foi campeão ao fazer uma apresentação enérgica e histórica, porém a goleada maior veio da Nação Rosariana ao expressar um amor intenso pela sua banda do coração, sendo antagonistas dessa partida onde a maior vitória celebrada foi a solidariedade.
Rosa de Saron 4

Fiquem ligados aqui no nosso blog que em breve teremos a entrevista exclusiva feita pela colaboradora Beatriz Sanz com os integrantes do Rosa de Saron.

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