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Quando a música POP acerta…

Publicado: 27 de outubro de 2014 em Anos 2000, Anos 90, Especial, Pop

Hoje dia 27 de Outubro é aniversário do meu grande amigo/irmão Jonathan, um brother que eu considero muito e um grande conhecedor e amante da música pop, incrível como o rapaz conhece uma infinidade de artistas do gênero, sempre quando eu quero dar uma atualizada no estilo, eu recorro ao garoto que sempre tem uma boa dica para me apresentar.
Há tempos eu estava ensaiando pra escrever algo relacionado à música pop, desde o lançamento do single da “”cantora”” Nicki Minaj que eu vim aqui publicamente e vociferei o meu ódio não somente à cantora, mas ao gênero atualmente. Diferente de outrora, a música intitulada pop tem se tornado uma expressão musical vazia e sem um pingo de conteúdo, é claro que a expressão POP vem de Popular, e define uma música feita para agradar o povo de forma geral, com enorme apelo comercial, porém isso lá atrás era feito com maestria, com artistas que esboçavam algum tipo de técnica vocal, conhecimento musical e sendo amparado, protegido e projetado por renomados confiantes produtores musicais. Isso chegou a perdurar até a virada do milênio, a música pop hoje é tão indigesta quanto água de azeitona, rala, suja e salgada.
No entanto hoje em homenagem ao meu grande brother Jonathan e aos caros leitores desse blog que demonstram algum apreço pela música denominada Pop, eu fiz uma pequena listinha de alguns artistas que se fizeram e ainda faz notar dentro do Show Business, que entre uma música de sucesso, um álbum multiplatinado e uma coreografia ensaiada no palco, esbanjou qualidade em diversas canções

Portanto aqui vai os dez artistas pop mais notáveis, do inicio da década de 90 até o ano 2000, em ordem decrescente (para dar aquela emoção).

10 – Kelly Clarkson
10 - Kelly Clarkson
Vencedora da primeira edição do programa American Idol em 2002, a americana Kelly Clarkson ganhou o coração de todos ao interpretar no programa, com o seu vozeirão, clássicos de Aretha Franklin e Dionne Warwick, divas que são a sua principal influencia e que fica evidente em seu trabalho mesmo com apelo Pop.
O seu primeiro álbum, Thankful (2003), produzido por Clive Davis (Whitney Houston, Annie Lennox, Ace Of Base e Dionne Warwick) foi um enorme sucesso nos Estados Unidos, chegando a ganhar disco de platina duplo. Porém foi com Breakaway, lançado no ano seguinte, que Kelly alcançou sucesso mundial, impulsionado pela belíssima faixa título e pelo hit Because Of You.

9 – Lady Gaga

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Apesar de suas inúmeras excentricidades e até mesmo de algumas canções equivocadas, considero Lady Gaga uma artista genial e até mesmo sincera ao ser comparada com demais artistas do show business atual.
A sua sonoridade é um ode à Disco Music da década de 70 e 80, um Pop dançante, volumoso e no caso de Gaga muito bem cantado, já que a mesma possui uma voz forte e potente, fora que a mesma toca piano muito bem e quando une ambas atividades chega a causar emoção.
Fã confessa de Rock, Gaga já tietou o Iron Maiden no camarim, confessou a Billie Joe que Dookie do Green Day fora o primeiro disco que ela comprou, e fez uma apresentação badalada no VMA (premiação da MTV Americana) com a participação mais do que especial de Brian May do Queen nas guitarras. Alias é da canção Radio Gaga que veio o seu “sobrenome” artístico.
Falando em participações especiais, é uma coisa que Gaga sabe fazer muito bem, ao contrário dos demais artistas medíocres que tem a sua carreira recheada de feat. fulano de tal que faz rima pobre, featuring aquela cantorzinha chorosa que só geme, Gaga se une à peixes grandes, gravou um dueto genial com o vanguarda Tony Bennett e fez uma participação na versão alternativa de Video Phone de Beyoncé e convidou a mesma para participar da sua canção Telephone, ambas bacaníssimas.
A nova Madonna? Talvez um exagero, mas uma artista que não será esquecida tão cedo devido ao talento que tem, isso eu concordo.

8 – Michele Branch

Michele Branch se tornou mundialmente conhecida com a participação especial que ela fez na canção Game Of Love do guitarrista Carlos Santana e que integrou o seu cd Shaman (2002). Mas a carreira da mesma não se resume apenas a esse fato, pelo contrário, antes de Game Of Love estourar nas rádios Michelle apresentava ao mundo o seu segundo cd The Spirit Room, lançado em 2001, foi o mais bem sucedido de sua carreira e carrega consigo os hits Everywhere, All You Wanted e Goodbye to You, o primeiro single alias foi uma das canções mais tocadas nas rádios americanas e chegou a integrar a trilha sonora de diversas séries e filmes lançados na época, entre eles a segunda parte da comédia teenager American Pie. Importante ressaltar também que a “banda de rock” Yellowcard chegou a fazer uma versão de Everywhere e ficou bastante divertida.
Empunhando um violão, e aspirando uma atitude rock em suas canções, Michelle Branch foi uma espécie de Alanis Morissette do século XXI, em menor escala popular, claro.

7 – Christina Aguilera
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Christina Aguilera já estava estourada nas rádios brasileiras, quando ela se apresentou no extinto programa H, apresentado pelo Luciano Huck na Tv Bandeirantes.
Era final dos anos 90, e aquela bela loirinha dos hits Genie in a Bottle e What a Girl Wants fazia a cabeça da garotada. Achei-a linda, mas tinha certeza que não passaria de uma moda passageira.
Desde então a garotinha virou um mulherão e calou a minha boca, a sua voz que já era potente em outrora virou a sua marca registrada, e hoje ela é tida como uma das maiores cantoras do gênero POP.
A facilidade que ela tem de transitar entre o pop dançante e a soul music minuciosa é de deixar qualquer um pasmo. Isso sem contar a sua forte ligação com o Rock a ponto de duetar com Mick Jagger e os Rolling Stones.
E quando ela tem a possibilidade de trabalhar sob a produção de gente graúda como Linda Perry do grupo 4Non Blondes, nasce uma canção maravilhosa como essa abaixo:

6 – Fergie
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A belíssima Fergie custou ganhar a minha simpatia, dentro do grupo BlacK Eyed Peas ela não passava de um belo acessório de luxo, que quando soltava a voz, ora era pra berrar incansavelmente, ou pra cantar obscenidades como em My Humps.
Até que Fergie lançou o seu primeiro disco solo, The Dutchess (2006), e entre um rap aqui, um pop acolá, mostrou ser talentosa e ter a capacidade de segurar o rojão sozinha.
Assim como Aguilera, Fergie mostrou ter intimidade com o Rock e colocou o seu vozeirão poderoso em Jam sessions históricas, como o encontro com U2 e Mick Jagger interpretando o clássico Gimme Shleter do Stones, ou com as irmãs Wilson do Heart na genial Barracuda. Além de ter colaborado no primeiro cd solo do mítico guitarrista Slash, e eternizou a sua voz na grandiosa Beautiful Dangerous, uma das melhores canções do milênio, e um clipe de tirar o fôlego.
Para nossa alegria, Fergie lançará um novo álbum solo em breve, que assim seja.

5 – Justin Timberlake
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O integrante mais feio do abominável grupo ‘N Sync era na verdade o mais talentoso de todos eles, Justin Timberlake com a sua bombástica carreira solo, calou a boca de todos e mostrou que sabe fazer música de qualidade.
Abandonando de vez o pop farofa do seu grupelho juvenil de outrora, Justin flerta com a sonoridade soul da Motown, logo no seu álbum de estréia, Justified (2002), temos a dançante Señorita, que poderia muito bem ser lançada pelo Stevie Wonder, devido tamanho suingue.
Sendo classificado pela mídia como o novo Michael Jackson, Timberlake ta longe de tal fato, porém ele segue muito bem a cartilha deixada pelo rei do pop e apresenta muita qualidade em suas canções, nas suas coreografias e principalmente na sua banda de apoio, a The Tennessee Kids que é monstruosa.
Quem assistiu a sua apresentação no último Rock In Rio tupiniquim ficou boquiaberto com tamanho show apresentado em todos os sentidos.

4 – Dido
4 - Dido

Foi com essa linda carinha de anjo caído do céu que a inglesa Dido conquistou milhares de fãs no início do milênio. O seu segundo álbum, No Angel (1999), chegou a vender 21 milhões de cópias no mundo inteiro, impulsionado pelo hit Thank You, que fora sampleado na canção Stan do rapper Eminem, que fez bastante sucesso na época também.
Here With Me foi outro grande sucesso que impulsionou ainda mais as vendas de No Angel, por ser tema de abertura da série Rosewel (1999 – 2001) além de ter sido gravada pela cantora Sarah Brightman.
A música de Dido é Pop, porém um Pop autêntico, diversificado, de melodias, densas, melancólicas e trabalhadas, além da sua voz que mais se parece um canto de pássaro.
Após uma enorme pausa na carreira após o nascimento do filho Stanley em 2011, Dido lançou no ano passado o seu quarto álbum intitulado de Girl Who Got Away.

3 – Pink
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A mais Rock n’ Roll de todas as artistas pop, e até mesmo mais rock n’ roll do que muita bandinha farofa por aí, Pink é uma das minhas artistas favoritas.
Dona de uma voz poderosa, o que faz nos CDs, Pink reproduz com a mesma eficiência ao vivo.
Nascida Alecia Beth Moore, o codinome Pink surgiu em alusão ao filme Cães de Aluguel do genial Quentin Tarantino, onde cada personagem do filme tinha como nome uma cor, e Alecia homenageou o Sr. Pink (interpretado pelo Steve Buscemi).
Com a sua potente voz, ela chamou a atenção do grande produtor Babyface que fez questão de contratar a garota para o seu selo LaFace onde lançou o primeiro disco Can’t Take Me Home (2000) com forte influência Soul, porém foi em seu segundo álbum M!ssundaztood (2001) que veio a guinada histórica, mais de 15 milhões de CDs vendidos, além de ser um estouro musical, com os hits Don’t Let Me Get Me e Get the Party Started.
Fã de Rock, Pink já trabalhou ao lado de nomes como Steven Tyler (Aerosmith), Ritche Sambora (Bon Jovi), Tim Armstrong (Rancid), além da já citada Linda Perry.

2 – The Corrs
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A Irlanda que já nos presenteou com grandes nomes do rock como U2 e Cranberries, têm a honra de nos brindar com um dos maiores conjuntos pop: o The Corrs. Formado pelos irmãos Andrea, Sharon, Caroline e Jim Corr.
Surgido no meio dos anos 90, o grupo misturava melodias pop, com música clássica e celta, graças aos violinos tocados com maestria pela irmã mais velha Sharon. Além do rock melodioso de Fletwood Mac, R.E.M. e obviamente os conterrâneos do U2.
A voz doce, suspirada e charmosa de Andrea Corr, nos brinda com baladas arrasa corações como Only When I Sleep, Runaway, All The Love In The World, Love to Love You, além da versão de When the Stars Go Blue do cantor Ryan Adams, que conta com a participação especial de Bono Vox. Mas também fazia se notar em momentos frenéticos como Irresistible, I Never Loved You Anyway e o aclamado single Breathless que aqui no Brasil fez um enorme sucesso.
O último disco lançado pelo grupo foi Home (2005), e desde então a banda está em hiato, Sharon e Andrea saíram em carreira solo, e a primeira inclusive estará no Brasil no próximo mês para diversas apresentações.

1 – Spice Girls

O maior grupo pop feminino da história da música!!!
Assim sempre serão lembradas as Spice Girls, o maior fenômeno musical dos anos 90. Recordo-me que ainda garoto, eu fui tomado por essa avalanche apimentada e frenética que tomou mundo de assalto, sendo o meu maior crush juvenil até então.
Emma Bunton, Mel C, Mel B, Victoria (ainda na época) Adams, Geri Halliwell, ou para os íntimos: Baby, Sporty, Scary, Posh e Ginger Spice.
Com muita alegria, entusiasmo, cor e uma enorme pitada de Girl Power, as Spices vieram pra abalar o mundo da música. O seu primeiro single, a dançante Wannabe, alcançou o topo da parada da billboard logo na primeira semana de lançamento e ficou em primeiro lugar em mais de 30 países, o que impulsionou as vendas do primeiro álbum, intitulado Spice, que vendeu incrivelmente 36 milhões de cópias no mundo todo.
O grupo era uma incrível maquina de fazer hit, só no primeiro disco havia além de Wannabe, Say You’ll Be There, 2 Become 1, Mama, e Who Do You Think You Are.
No ano seguinte o grupo lançou Spiceworld e repetiu a dose de sucesso anterior com 24 milhões de cópias vendidas e mais uma enxurrada de sucessos: Stop, Too Much, Spice Up Your Life e Move Over. Aproveitando o sucesso, as Spice Girls estrelaram um filme, no maior estilo Beatles em A Hard Days Night, intitulado também de Spiceworld, o divertido longa metragem foi um sucesso chegando a fazer 77 milhões de dólares em bilheteria no mundo todo (Nota do Editor: Eu e minha irmã fomos ao cinema assistir).
E foi no período mais frutífero da banda que Geri pula fora do barco alegando diferenças internas, o grupo até tenta continuar e lança o fraquíssimo Forever (2000), e em pouco tempo a banda encerra as atividades dando espaço para a carreira solo das integrantes, e a que mais se destacou na empreitada foi a querida Melanie C que lançou seis discos flertando diretamente com o Rock n’ Roll.
Em 2007 o quinteto retornou para o lançamento de uma coletânea e para realização de alguns shows especiais, mas a reunião não durou muito e logo o grupo esfarelou novamente, voltando a se reunir apenas na cerimônia de encerramento dos jogos olímpicos de Londres, causando emoção em todos os presentes.
SPICE UP YOUR LIFE.

PS: A lista não tem artistas como Michael Jackson, Cindy Lauper, Madonna, Lisa Loeb, Cher, George Michael e entre outros, pois eles estão muito acima dos artistas citados na lista, não sendo apenas um mero artista pop, mas servindo como grandes contribuintes da história da música mundial.

PS 2: Beyoncé mesmo eu não sendo fã dela e muito menos da voz dela, acho que ela está em um patamar muito mais elevado do que uma simples artista pop. E Gwen Stefani merece ser louvada pela sua carreira gloriosa a frente do No Doubt, e não pela sua carreira solo.

Ps 3: Agora quem ficou de fora foi porque mereceu mesmo kkkkkkk

Parabéns Jonathan e um abraço a todos.

Britney

E você ficou de fora mesmo Britney Spears, nem adianta chorar kkkkkkkkkkkkk

 

Ao som de Foo Fighters – The Feast and the Famine


Confesso em meados de 2004, na época em que o Paramore surgiu e com ele todo aquele frenesi de banda do momento, revelação do ano e o odioso termo de “Salvação do Rock”, eu não dei muita atenção, mas depois de uma bela audição do seu disco de estreia All We Know Is Falling(2005) eu passei admirar o quarteto dos irmãos Farro e da belíssima e jovial Hayley Williams. Tratava-se de uma mescla muito bem feita e criativa de rock puro, simples e visceral, com toda aura angelical e adocicada vindo obviamente da presença feminina poderosa de Hayley. Soando como um Jimmy Eat World de saias essa era a sonoridade do Paramore.
Depois um disco multi-platinado (Riot!) uma alta exposição na MTV que lhe renderam uma série de prêmios da emissora e reconhecimento pelo mundo inteiro incluindo ai duas passagens pelo Brasil (na qual eu estive presente na última e presenciei um show memorável), o Paramore tinha status de banda mais importante da atualidade, e foi nesse cenário aparentemente nada propício que os irmãos fundadores da banda Josh (Guitarra e Backing Vocals) e Zac Farro (Bateria) anunciaram a sua saída do conjunto alegando diferenças musicais.
E três anos depois o Paramore finalmente lança o seu novo material após a saída dos Farro, o disco auto-intitulado que chegou as prateleiras nesse ano deixa bem claro o motivo que fez Josh e Zac abandonar a banda que os mesmos haviam fundado na caipira cidade de Nashville há 11 anos atrás, pois trata-se de uma nova banda, com nova sonoridade querendo abocanhar cada vez mais e de uma vez por todas o sucesso custe o que custar.
Logo na faixa de abertura já é percebível o novo direcionamento musical Fast In My Car começa com uma batida pop dançante lembrando as cantoras do quilate de Ke$ha, Rihanna e Katy Perry, Now o primeiro single do disco mantém o mesmo pique da anterior, com adição de algumas frases de guitarra distorcida como diferencial.
E partir daí começa um verdadeiro desfile de horrores com a banda atirando praticamente para todos os lados e querendo acertar qualquer pessoa que se identificar com a sonoridade retratada, desde o pop dançante com Grow Up (Fico até imaginando dançarinas no fundo do palco coreografando essa canção ao vivo), passando por baladinhas insossas sem aquela carga e punch emocional de outrora: Last HopeHate to See Your Heart Break e o final de “cortar os pulsos” com Future e a sua tentativa frustrada de soar como Florence + Machine, no entanto beira entre a chatice e o inaudível. E como desgraça pouca é bobagem, a maior novidade do disco fica por conta de três pequenas introduções, que não chegam à dois minutos de duração, feitas à voz e violão, no maior “estilinho” praieiro brejeiro de Bruno Mars e Colbie Caillat soltas pelo disco, uma verdadeira encheção de linguiça falando no português claro e chulo.
Os fãs saudosistas que aguentarem ouvir o álbum inteiro pode se identificar com o “Hardcore Teenager” Anklebiters, além de Part II Be Alone, sendo essa última um pouco parecida com o sucesso Pressure.
Na minha humilde opinião, o único destaque e surpresa do disco todo é Ain’t It Fun que trás um Paramore descolado tocando Soul Music, isso mesmo, com direito a belas linhas de baixo, coral gospel no fim da canção e Hayley Williams em uma interpretação inspiradora.
Enfim, entre mortos e feridos, os que se salvaram eu recomendo a ignorar esse disco e voltar a ouvir o que a banda apresentava de melhor.
Trata-se de um disco bem produzido? bem feito? sim, claro, e Hayley continua sim cantando muito bem, alias esse é e sempre será o maior trunfo da banda, no entanto esse disco foi um verdadeiro balde de água gelada na nuca de quem esperava algo na linha dos antecessores.
É claro que vai ter gente que vai gostar e se descabelar por esse disco, afinal de contas ele se parece mais com aquelas rádios voltadas para o público jovem que toca aquela verdadeira salada de frutas sonora agradando a toda massa que consome esse tipo de produto.

É um disco de muitas identidades, mas nenhuma retrata verdadeiramente o que é (ou foi?) a banda.

Uma Pena pois Eu gostava tanto de você… Paramore…

Nota: 4,0